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Bancos

Serão analisadas a composição histórica dos bancos Unibanco e Itaú , seu processo de fusão e o vínculo direto com órgãos financeiros governamentais, principalmente através da estrutura partidária do PSDB e mais recentemente do Partido Novo. A partir do grupo conhecido como Casa das Garças. O período abordado começa na reforma bancária operada no Governo FHC aos dias atuais, com destaque para as relações de poder no Banco Central neste contexto.

Uma característica geral dos bancos no Brasil (não apenas do Itaú e Unibanco) é a natureza familiar do empreendimento. Segundo Michele Markowitz em sua tese sobre bancos e banqueiros no Brasil:

“O que diferencia cada banco e cada família é a relação constitutiva com respeito a capitais específicos. Por exemplo, as famílias que dispõem demais capital inicial (tanto social, político e cultural como econômico), como os Vilella e Setúbal, que hoje controlam o banco Itaú, tomaram decisões e cresceram de acordo com esses capitais ao fundar numerosas empresas, contro ladas por famílias aliadas e cuja estrutura acionária se divide entre elas. Já no caso do Bradesco, havia menos capitais, de qualquer espécie. Talvez por isso, Amador Aguiar era o mais banqueiro dos banqueiros, já que não cuidava de outras empresas e nem se envolvia em política, mas mantinha uma aguda preocupação paternalista em focar a administração do corpo dos funcionários do seu banco e criar uma instituição que propiciasse educação popular (inclusive para futuros funcionários do banco). No caso do Unibanco, Walther Moreira Salles não dispunha dos capitais familiares dos Setúbal, mas, por outro lado, herdou do pai capital social e econômico e, assim, pôde criar uma grande rede social, tanto nacional quanto internacionalmente, para criar seu império. A imagem do diplomata, de homem social marca a trajetória dos Moreira Salles e seu banco, com ênfase no lado cultural, continuada graças à carreira dos dois filhos cineastas” [1]

Além disto, outro aspecto em comum aos bancos é sua relação com a política econômica responsável pela dívida pública brasileira. Segundo matéria da Folha, “Os seis maiores bancos brasileiros têm em tesouraria R$ 132,7 bilhões em títulos públicos. Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Unibanco, ABN Amro e Banespa mantêm em seus cofres 47% do total de títulos do governo que os bancos mantêm em suas carteiras. […] Os ganhos com os juros pagos pelo governo no período, mostra o estudo preparado para a Folha, corresponderam a quatro vezes o lucro líquido dos seis bancos. Esses valores dão uma idéia da dependência dessas instituições em relação ao papel que vêm desempenhando na economia nos últimos anos: o de financiadoras número 1 do déficit público.” [2]

Nesta análise, serão apresentados o papel dos dois principais bancos privados do país e sua relação com o governo.

Casa das Garças

A Casa das Garças é o maior think tank do neoliberalismo brasileiro. Chamada de Instituto de Estudos de Política Econômica, o grupo tem ligações com o Departamento de Economia da PUC do Rio de Janeiro. Um dos participantes define a Casa como um “meio termo entre academia e mercado financeiro” [3].

Sobre o financiamento do grupo uma reportagem e 2006 afirma:

“Funciona com a contribuição de sócios — 20 ao todo, que pagam anuidade de 30 000 reais. A maioria deles atua no mercado financeiro. “Imagino que quase nenhum de nós tenha interesse em voltar a ter uma burocracia sob seu comando”, diz Bacha, consultor do Itaú BBA, que dedica metade de seu tempo à Casa. Com o orçamento de 600 000 reais, os diretores Bacha, Carneiro, Goldfajn e Bittencourt pagam uma secretária em tempo parcial e os gastos de manutenção. O resto é aplicado em fundos de investimentos conservadores. Eles esperam que o instituto seja auto-suficiente já em 2008 e passe a financiar bolsas de estudo para economia. ” [4]

Composição

A lista atual de associados da Casa das Garças, inclui ainda Armínio Fraga, Gustavo Franco, João Roberto Marinho, Gilberto Sayão, Pedro Moreira Salles e Gustavo Franco. Veja a lista completa [5]:

André Lara Resende (ex-diretor do Banco Central e ex-presidente do BNDES, do qual renunciou após ser flagrado favorecendo consórcios do banqueiro Daniel Dantas na privatização da Telebrás. É Membro do Conselho Consultivo do Itaú)

Antônio de Pádua Bittencourt Neto

Armínio Fraga Neto

Bruno Rocha

Cândido Bracher (presidente do Itaú BBA)

Cristina Campello

Dionísio Dias Carneiro (in memoriam)

Edmar Lisboa Bacha (ex-presidente do BNDES e diretor do think tank Casa das Garças)

Eduardo Loyo (sócio da BTG Pactual)

Gilberto Sayão [6]

Gustavo H. B. Franco

Ilan Goldfajn (Economista-chefe do Itaú Unibanco e sócio do Itaú BBA)

João Dionisio F. B. Amoêdo (Criador do Partido Novo e conselheiro do Itaú)

João Roberto Marinho [7] José Mário Caldas Osório

Kati Almeida Braga (ex-vice-presidente do Bradesco e proprietária da Biscoito Fino)

Luis Antonio de Almeida Braga (pai de Kati, após sair do Bradesco fundou o Banco Icatu. É dono de uma das principais coleções de arte moderna brasileira)

Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho

Marcos Lederman

Marcos Pessoa de Queiroz Falcão

Monica Baumgarten de Bolle

Ney Villas-Bôas Marinho

Pedro Henrique Mariani (Banco da Bahia) [8]

Pedro Luiz Bodin de Moraes (conselheiro do Itaú)

Pedro Moreira Salles (presidente do Itaú)

Persio Arida (ex-presidente do Banco Central, co-fundador do Banco Opportunity com Daniel Dantas e atual sócio do Banco BTG Pactal)

Ricardo Pereira de Almeida

Vivi Nabuco

Gustavo Franco

Indiciado evasão de divisas e lavagem de dinheiro no relatório final da CPI da privatização do BANESTADO

Pedro Malan

iniciou sua trajetório no governo durante o Governo Collor e teve papel central no processo de privatizações da década de 90 como Ministro da Fazenda do Governo FHC. Seu nome chegou a ser cogitado pela cúpula do PSDB como possível candidato em 2002 . [9] Dois anos depois, Malan assume conselho de administração do Unibanco. [10]

Armínio Fraga

Foi presidente do Banco Central do Brasil de 1 de março de 1999 a 17 de janeiro de 2003 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Anteriormente, ocupou durante seis anos o cargo de diretor-gerente da Soros Fund Management LLC em Nova Iorque. membro do conselho de administração do Unibanco. Em 2004, Armínio Fraga entra no conselho de administração do Unibanco.

Henrique Meirelles

Ex-presidente do Banco Central do Brasil. Permaneceu no cargo entre 2003 e 2011, durante todo Governo Lula, mesmo tendo se candidatado em 2002 pelo PSDB. Atualmente é filiado ao PMDB e, em 2012, assumiu o conselho do frigorífico JBS, controlada pela Blessed Holdings, uma das maiores Proprietárias do Brasil segundo o ranking. [11]

Itaú/Unibanco

Criado na década de 40, o Itaú possui um longo histórico de aquisição de outros bancos. Durante as privatizações do governo FHC, o Itaú compra o Banco Banerj S.A (junho de 1997), Bemge – Banco do Estado de Minas Gerais S.A (1998),Banestado – Banco do Estado do Paraná S.A. (outubro de 2000) e BEG – Banco do Estado de Goiás S.A. (2001).

Após a fusão com o Unibanco (família Moreira Salles) em 2008, o agora Itaú Unibanco tornou-se a maior holding financeira do hemisfério sul.

O Banco Itaú Holding Financeira inclui várias empresas, como a Unibanco Seguros & Previdência, Fininvest (CDC), Hipercard (em parceira com o Bompreço, hoje Wal-Mart), Luizacred (associação com o grupo Magazine Luiza), PontoCred (associação com o grupo Ponto Frio), Tricard (associação com Grupo Martins), Banco Dibens e Unicard (líder em cartões de crédito na América Latina), Itaú Unibanco Banco Múltiplo, Itautec (Tecnologia da informação), Duratex (papel e celulose), Elekeiroz (indústria químicas) além de outros empreendimentos

Banco oficial da Copa do Mundo de 2014 [12] e patrocinador da CBF, o Itaú é controlado hoje pela família Moreira Salles e pela Itaú S/A Investimentos [13] , que possui a Família Setubal e outros controladores destacando-se principalmente os seguintes:

Fundação Petrobrás de Seguridade Social – PETROS (13,80%)

Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (11,84%)

Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (11,84%)

Fundação Itaú Social (11,29%)

Rudric ITH S.A. – controlado por Maria de Lourdes Egydio Villela, descendente de Maria Luzia de Souza Aranha, viscondessa de Campinas. Em 2011, tinha fortuna de R$ 2 bilhões de dólares segundo a FORBES (7,73%)

Companhia ESA (3,03%)

RICARDO VILLELA MARINO (2,10%)

Financiamento de campanha

Os valores abaixos são apresentados com correção monetária (julho/2012). [14] As cifras de financiamento de campanha do Itaú impressionam quando comparadas a de outros bancos, como o Bradesco. Entre 2002 e 2012, o repasse para campanhas políticas por este banco não chegou a R$ 115 mil reais. [15]

2002 2004 2006 2008 2010 2012 Total
PSDB R$ 2.445.170,21 R$ 172.967,71 R$ 2.794.194,83 R$ 700.508,39 R$ 10.478.315,68 R$ 2.510.000,00 R$ 19.101.156,82
PFL/DEM R$ 2.074.654,04 R$ 480.779,37 R$ 1.098.421,65 R$ 615.934,19 R$ 1.686.424,20 R$ 683.022,85 R$ 6.639.236,30
PMDB R$ 907.661,14 R$ 165.268,65 R$ 1.879.254,35 R$ 479.278,40 R$ 2.192.351,46 R$ 1.432.000,00 R$ 7.055.814,00
PT R$ 314.902,85 R$ 150.243,89 R$ 1.247.590,03 R$ 1.007.713,55 R$ 7.504.587,68 R$ 2.196.000,00 R$ 12.421.038,00
Partidos mais beneficiados com financiamento de campanha entre 2002 e 2012

O financiamento de campanhas do Itaú encontra-se fortemente concentrado no PSDB e no estado de São Paulo. Segundo a Folha, em 2010, “a estratégia de captação de recursos foi desenhada pelo ex-vice-presidente do banco Itaú Sérgio de Freitas, amigo do candidato [Serra] desde os anos 80″ [16]

No entanto, com a crescente importância do PT no sistema político nacional, este partido também passa a ser apoiado, ainda que praticamente sempre em desvantagem com relação aos tucanos. Porém, para cargos como governador e presidente, em caso de disputa entre PT e PSDB, o Itaú costuma doar a mesma quantia para os dois adversários. Foi caso da campanha de Haddad e José Serra à Prefeitura de SP, em 2012. Ou da disputa em 2010 entre Serra e Dilma.

Partido Novo

João Dionísio Amoedo começou sua carreira como estagiário do Citibank, em 1988, e chegou ao posto de banqueiro, como sócio do BBA, membro do conselho do Unibanco e, agora, conselheiro do Itaú-BBA. Em entrevista, entre outros, ele diz ter recebido incentivo do banqueiro Pedro Moreira Salles e de Armínio Fraga para criar o Partido Novo à direita do PSDB, defendendo a privatização da Petrobras, do BB e da Caixa, entre outras ideias de Estado mínimo. [17] [18]

Denúncias

Atualmente, a Receita cobra R$ 18.7 bilhões do Itaú por impostos não recolhidos durante a fusão dos bancos. A empresa também possui diversas acusações de exploração de seus funcionários, inclusive com práticas vetadas pela CLT.

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